Chove lá fora e a bossa
Inflama meu coração
De saudades..
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sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Os livros são feitos de historias reais, na última pagina vem contando a fabula de um sonho desconhecido. Será que alguma coisa nisso tudo faz sentido? A minha historia não é real, nem tampouco falsa, ha de ficar sobre a dúvida do teu olhar, nem perca seu tempo a pensar. Vai lá, da uma checada na ultima pagina. O efeito de realidade é pura ilusão, escrevo sobre o efeito do álcool e se torna tudo contradição. Ou não. Me busca na mesma direção, que a tempos ando na contramão e de pouco em pouco fui me perdendo do teu coração. Que livro é esse que tu andas lendo? Em que banco de praça você anda repousando o nosso amor? Em que esquina deserta eu estacionei a minha vida? O mundo já não gira mais em torno do sol, mas a é essa altura quem é que ainda olha pro sol? A visão se funde com o reflexo do passado, atravessa a rua anda do outro lado. Vem à tarde me dizer aquele bando de clichê, que já não a tempo a perde, o sol ta lá girando fazendo seu trabalho e você aqui parado deixando tudo de lado...
Os livros não vão contar o final da minha historia. A minha historia é hoje, ela é nunca mais. A minha historia aconteceu a pouco, ela acaba para sempre, ela se refaz. A minha historia acontece lá fora, ela voa alto se faz de pássaro vai embora e não volta. A minha historia é arte, é frase boba escrita em papel de pão, é verso é prosa no portão, é musica desafinada no meu velho violão, é sorriso matinal. A minha historia é escrita modificada, é metamorfose é tradução, é melodia pra surdo é poesia que encanta a visão. A minha breve longa linda historia de casos e acasos de tantas outras historias, de tantas datas longas, de tantos medos bobos...
O livro de uma vida sem perdão, que não cabe mais em mim e transborda a cada parágrafo. O sonho de uma vida, o livro de uma escrita o refrão sem canção faz pausa no meu coração. A data marcada pro fim de cada historia, e o meu livro continua a rolar por baixo do meu colchão, tira a poeira, sacode a vida e termina a breve historia que enquanto isso eu pego a viola sento em frente às horas e canto mais uma linda canção...
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Me explicar nunca foi o meu forte, larguei a analise muito antes de começar, porque não aguentava ter que falar a minha vida, a minha confusão, as minhas neuras, para uma estranha, seja ela com diploma na parede ou não. O fato é que guardei tanta dor, medo pra mim mesma, que o peso do meu próprio mundo hoje já ta me levando pro chão. Mas eu não posso continuar assim. Me diz você que tanto escreve sobre o amor, ele é tão simples assim? Na minha cabeça congestionada e no meu coração entupido de fumaça alheia é tudo tão azul que voa leve feito balão de gás que por descuido voou da mão de uma criança no parque, é confuso e ao mesmo tempo sereno, um pouco frio pra no próximo estante se encontrar completamente quente, é ter raiva por vaidade e amor, que é pura raridade. É irritar pra ver braba, e acariciar pra ver sorrir boba e apaixonada, é dividir um banco no ônibus e ficar bem juntinhas, como se não fosse assim que se queria estar, é correr pelo gramando do parque feito duas crianças, é um "eu te amo" no momento menos esperado. Me diz você moça, que a vida transformou em amor, que a escrita multiplicou com sabor, que os ares fez nascer em presente, que a muito só tenta se manter contente. É simples feito bolha de sabão? É bonito feito céu estrelado? É acalmar feito maracujina? É encantado feito a historia do meu último livro? Me diz moça, amor não deveria ser apenas amor, sentir e apenas retribuir, encantar e apenas aceitar, amar e amar como se... Veja bem, entregar meu coração já não seria tamanha loucura, mas creio eu que loucura maior seria renunciar a essa paixão. Então me diz moça, do teu jeito mais simples e belo, me diz que não é loucura amar a quem amo, me diz que loucura seria deixar escapar esse encanto que ela me passa, me diz certo, mesmo que do teu jeito errado.
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Vou brincar de ser escritora e vou tratar de escrever a minha vida que já está ficando tarde de mais.
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
Amor em seis atos
Um minuto de silencio pela morte do nosso amor
Dois minutos de ausência pra enganar a dor
Três minutos de coragem pra seguir sem caminho
Quatro frases não ditas, e a sua saída pela porta dos fundos
Cinco gritos, e uma distância de pensamentos
Seis passos não dados, e o meu amor atravessa o lado errado.
"Meu mundo que você não vê ,meu sonho que você não crê"
domingo, 4 de dezembro de 2011
Desabafo. Seria dois passos à frente e uma vida toda sozinha, seria a calma a pressa a estrada e um pedaço de mim. Andava de um lado para o outro e acabou seguido em frente. Era a estrada, sem casa, sem documento, só as canções mal tocadas em seu velho violão e uns pequenos poemas que escrevia para se encantar ao longo do dia. Era a paz a vida traçada o banco de alguma praça, eram dias vividos a sois, eram noites de fins e sempre teria um luar para lhe iluminar. Era doce e leve como uma brisa era a saudade de um lugar desconhecido, caminhava em busca de rumo, em direção, em que direção mesmo menina? Só ia andando. Deixou família, amigos, trabalho e um suposto amor. Seria eu e as estrelas, o vento o mar o meu modo louco de amar, seria a minha confusão a minha falta de tempo seria só eu.
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